Bem... Fiz esse blog porque eu queria transmitir para todas as pessoas o que eu sinto, não só sentimentos, mas o que escrevo, -Não sei o que dizer!- mas eu não preciso falar muito sobre esse blog, pois os leitores vão entender o que realmente estou querendo dizer, então!Boa leitura e espero que gostem!
A vida me fez de trouxa,mas com isso eu aprendi muita coisa,e com isso valorizar o tempo se tornou crucial.O tempo nos leva a outros fatores ou etapas ou classificações,como a ansiedade de querer ver ou ter alguma coisa ou alguma pessoa,e as pernas tremulas,o mundo parece estar contra tudo que envolva a sua vida e os seus quereres e com isso vamos aprender a cair e quando se levantar ter,cuidado!De não deixar cair de você o que se aprendeu.
O tempo nos leva a esquecer,que é um grande e divino inimigo da lembrança.Mas o esquecimento é genial a qualquer momento,e isso sim é um dom!
Escrever é tirar um peso das costas,não só escrever mas:cantar,bordar,lutar,ler,mergulhar,etc.Soltar o que esta entalado na sua garganta é melhor do que escutar só o que você quer.Ao escrever você pode brincar de ser Deus,podemos moldar o personagem assim como nós queremos,podemos criar uma situação desejada e o tema relevante,como se fosse uma bóia que é guiada pelo vento ou por uma pessoa que já tem uma habilidade.
Quando se escreve para alguém é um caso muito delicado e perigoso,pois a pessoa terá de fazer o papel de um eu lírico sem personalidade e sem ações próprias,-Mas por favor...não seja “puxa-saco”-.Pessoas normais escrevem para seus amantes em cartões pequenos,vermelhos e com frases curtas,já as pessoas “anormais” escrevem coisas de seus sentimentos em momentos de raiva,paixão,orgulho,-Mas eu não!-,-Caio admitir também faz parte do primeiro parágrafo-.
O papel do autor é observar e manusear os pensamentos que estão prontos para ser colocados no papel,o papel do leitor é ler e entender o que o texto esta tratando ou fingir que entendeu o texto e a mente do autor,e o papel mais importante é do mundo que tem o dever de publicar novas bóias com um porta livros para que possamos continuar escrevendo sem nenhuma interrupção.
Eu vi ele nascer,mas nem sabia que no futuro ele seria meu.Fruto da primeira "cruzada" de dois primos sua vida foi difícil,de sete irmãos só dois sobreviveram e ele estava entre esses dois.Eu ajudei sua mãe que não sabia como cuidar de seus bebês,era o mais sapeca,diferente do seu irmão que era meio molenga e lesado. Quando os dois já eram mais crescidinhos foram separados,um foi para casa de uma prima de minha mãe e o sapeca foi para minha casa,-depois de uma batalha que travei para ele ficar em minha casa-,a sua beleza fez que minha mãe se acostumasse com sua presença.Depois da escolha do nome:Baruk,veio aos meus ouvidos toda aquela falação que eu teria de ter a partir dos próximos dias e também das responsabilidades que iriam crescer de acordo com o amadurecimento de Baruk.
Quando Baruk começou a andar perfeitamente tínhamos o dever de ir no mercado,comprar um pacote com pães,eu o levava livre sem nada o prendendo,ele corria como se estivesse vendo na sua frente a coisa mais preciosa da sua vida.Chegávamos no mercado e o dono não dava a menor importância para o fato de Baruk esta cheirando tudo,enquanto eu pegava,pagava o pacote com pães lhe chamava para irmos embora.Baruk corria com aquela mesma carreira e ainda gritava alto,bem alto.Chegávamos em casa e ele me pedia logo uma jarra d’água,enquanto ele bebia água eu ia por a mesa do café para todos.Quando chegava às 9:00 horas da manhã eu entrava e me trancava no meu quarto para começar a estudar.
Quando ia pra escola ficava sem notícias dele e de seu comportamento.Chegando em casa percebia que existia no ar alguma coisa diferente,abri a porta e vi aquela imagem de minha mãe com uma feição de uma pessoa com uma raiva incontrolável e em seus braços Baruk,gritou bem alto,- Vá deixá-lo na casa de seu tio!E diga a ele que você vai todos os dias passar um tempo co ele!-,Eu não sabia o que estava acontecendo ou eu fingia não saber o que estava acontecendo.No caminho Baruk nos meu braços fitava o meu rosto sem entender nada.Deixei-o no lugar desejado e expliquei tudo a meu tio,no dia seguinte minha mãe e meu tio saíram para resolver algumas coisas no centro da cidade.Algumas horas depois meu tio me liga e diz que não encontrou Baruk quando chegou e disse mais,-Caio é melhor perder as esperanças pois com as horas que passamos fora ele já deve ter ido para bem longe-.E o pior de tudo é que Baruk era o meu cachorro,um Cocker spaniel lindo e ainda me trazia toda a alegria do mundo quando eu estava diante de sua presença e acho que é melhor parar por aqui,pois não sei onde escrever tudo o que sinto sobre o cão,o amigo,o nome,a raça o BARUK.