Eu vi ele nascer,mas nem sabia que no futuro ele seria meu.Fruto da primeira "cruzada" de dois primos sua vida foi difícil,de sete irmãos só dois sobreviveram e ele estava entre esses dois.Eu ajudei sua mãe que não sabia como cuidar de seus bebês,era o mais sapeca,diferente do seu irmão que era meio molenga e lesado.
Quando os dois já eram mais crescidinhos foram separados,um foi para casa de uma prima de minha mãe e o sapeca foi para minha casa,-depois de uma batalha que travei para ele ficar em minha casa-,a sua beleza fez que minha mãe se acostumasse com sua presença.Depois da escolha do nome:Baruk,veio aos meus ouvidos toda aquela falação que eu teria de ter a partir dos próximos dias e também das responsabilidades que iriam crescer de acordo com o amadurecimento de Baruk.
Quando os dois já eram mais crescidinhos foram separados,um foi para casa de uma prima de minha mãe e o sapeca foi para minha casa,-depois de uma batalha que travei para ele ficar em minha casa-,a sua beleza fez que minha mãe se acostumasse com sua presença.Depois da escolha do nome:Baruk,veio aos meus ouvidos toda aquela falação que eu teria de ter a partir dos próximos dias e também das responsabilidades que iriam crescer de acordo com o amadurecimento de Baruk.
Quando Baruk começou a andar perfeitamente tínhamos o dever de ir no mercado,comprar um pacote com pães,eu o levava livre sem nada o prendendo,ele corria como se estivesse vendo na sua frente a coisa mais preciosa da sua vida.Chegávamos no mercado e o dono não dava a menor importância para o fato de Baruk esta cheirando tudo,enquanto eu pegava,pagava o pacote com pães lhe chamava para irmos embora.Baruk corria com aquela mesma carreira e ainda gritava alto,bem alto.Chegávamos em casa e ele me pedia logo uma jarra d’água,enquanto ele bebia água eu ia por a mesa do café para todos.Quando chegava às 9:00 horas da manhã eu entrava e me trancava no meu quarto para começar a estudar.
Quando ia pra escola ficava sem notícias dele e de seu comportamento.Chegando em casa percebia que existia no ar alguma coisa diferente,abri a porta e vi aquela imagem de minha mãe com uma feição de uma pessoa com uma raiva incontrolável e em seus braços Baruk,gritou bem alto,- Vá deixá-lo na casa de seu tio!E diga a ele que você vai todos os dias passar um tempo co ele!-,Eu não sabia o que estava acontecendo ou eu fingia não saber o que estava acontecendo.No caminho Baruk nos meu braços fitava o meu rosto sem entender nada.Deixei-o no lugar desejado e expliquei tudo a meu tio,no dia seguinte minha mãe e meu tio saíram para resolver algumas coisas no centro da cidade.Algumas horas depois meu tio me liga e diz que não encontrou Baruk quando chegou e disse mais,-Caio é melhor perder as esperanças pois com as horas que passamos fora ele já deve ter ido para bem longe-.E o pior de tudo é que Baruk era o meu cachorro,um Cocker spaniel lindo e ainda me trazia toda a alegria do mundo quando eu estava diante de sua presença e acho que é melhor parar por aqui,pois não sei onde escrever tudo o que sinto sobre o cão,o amigo,o nome,a raça o BARUK.

A relação que temos com os nossos cães é muito pura!!!Eles querem de nós carinho, afeto, atenção e até mesmo o nosso mal humor, porque eles são fiéis e estão conosco em qualquer situação. A saudade que sinto do Baruk é enorme, afinal ele foi o único filhotinho da Mel que sobreviveu!Lamento demais a sua falta!E o texto está lindo, Caio!Adorei!!!!
ResponderExcluirTalita